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sábado, 16 de junho de 2012

Muito prazer, Di(z)Conhecida

E então eu peguei uma caneta. Isso mesmo, uma "caneta". Confesso que foi difícil achá-la. Mas lá, no fundinho daquela gavetinha, estava ela. Quase seca, esquecida. Foi aquela que ganhei numa loja de material elétrico, brinde pela comemoração do seu 25° aniversário. A tal loja já não existe mais. Mas a caneta estava ali, esperando resignada por esse dia.
Sobre a mesa estava o "papel". Único, branco, imaculado... E a caneta foi indo, devagarinho, ao seu encontro. E do toque sutil desses dois elementos, letras começaram a surgir, e como numa dança, palavras foram se formando, ainda que tímidas... O que estarão a nos dizer? O que elas querem nos contar?
As palavras sabem muito, eu sei. Sei, também, que elas sabem de mim. E será a meu respeito que irão escrever, para quem quiser saber.
Nem eu sei se me conheço bem. Talvez possa agora me conhecer.
Olá! Muito prazer. Meu nome é "DIZCONHECIDA"
Talvez mais adiante você descubra que eu sou. Ou não...




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